Professor da Universidade de Ohio alega ter identificado vida em imagens de Marte

Um especialista em insetos da Universidade de Ohio (EUA) acredita ter encontrado evidência de que há pequenos organismos rastejando pela superfície de Marte. William Romoser, que tem 45 anos de experiência estudando insetos, passou os últimos anos analisando fotografias da NASA feitas em solo marciano.
O professor acredita ter encontrado nas imagens animais com exoesqueleto e apêndices articulados. Segundo ele, há evidências suficientes para classificar estes organismo como insetos. Suas descobertas foram publicadas nesta terça-feira (19), na revista Entomological Society of America.

Ele também diz que em algumas das imagens, os minúsculos espécimes parecem ter virado a cabeça na direção da câmera.

“Existiu e ainda existe vida em Marte”, afirma ele, notando que as imagens parecem mostrar tanto criaturas fossilizadas quanto vivas. Ele conta que observou partes nesses organismos que pertencem a insetos avançados, como asas, flexão de asas e vários elementos estruturados de pernas.


Imagens de fósseis foram analisadas por William Romoser
Romoser usou o banco de dados Jet Propulsion Laboratory da NASA, que contém imagens brutas e mosaicos compilados, que foram reunidos em várias missões diferentes. A maioria das imagens, porém, vem do rover Curiosity.

O pesquisador tem um currículo de peso: é co-autor de quatro edições do livro-texto “A ciência da entomologia”, foi pesquisador da Marinha dos EUA por 20 anos investigando doenças transmissíveis por insetos, e foi professor de entomologia da Universidade de Ohio por 45 anos. Foi fundador do Instituto de Doenças Tropicais desta mesma universidade. [Daily Mail, EurekAlert!]

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